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Linha do Tempo - CH Brasil

Em 15 de março de 2006, a arquiteta  Lúcia Cristina da Silva Rainho defende, na UFRJ, a dissertação de mestrado “As tecnologias ambientais nas ecovilas: um exemplo de gestão de água” em  que registra “o movimento Cohousing como precursor do movimento das ecovilas”.

Em 29 julho de 2012, a jornalista Camila Piacentini divulga pela primeira vez na imprensa brasileira o conceito de cohousing, com o artigo “Cohousing, conceito criado na Dinamarca ganha força”, publicado no Jornal de Piracicaba. 

Em 8 de julho de 2013, a arquiteta Lilian Lubochinski cria a página “Cohousing Brasil” no Facebook , tornando-se a grande divulgadora de cohousing no país.

Em 16 de julho de 2013, a arquiteta Lilian Lubochinski faz a primeira palestra sobre cohousing no SESC-Carmo, em São Paulo. 

Em 10 de setembro de 2013, a jornalista Giuliana Capello publica, na Casa.Abril, o primeiro artigo sobre o tema em uma revista de circulação nacional: “Cohousings: vilas comunitárias chegam ao Brasil”. 

No primeiro trimestre de 2014, o GT-Moradia/ADunicamp, formado por dez professores aposentados da Unicamp, inicia a leitura e discussão de livros sobre cohousing publicados no exterior, um trabalho de dois anos, que iria dar origem à proposta de cohousing sênior para seus associados, divulgada em abril de 2016. 

Em novembro de 2015, Jéssica Bittencourt Bezerra, estudante da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, apresenta o primeiro Trabalho de Conclusão de Curso em uma Faculdade de Arquitetura e Urbanismo tendo cohousing como tema. 

Em junho de 2017, a arquiteta Caroline Chaves de Oliveira apresenta a primeira dissertação de mestrado sobre cohousing na Universidade Federal do Rio Grande do Norte. 

Em outubro de 2017, o programa Panorama, da TV Cultura, faz uma reportagem abordando cohousing como opção de “Moradia para a Longevidade”.

Em novembro de 2017, a arquiteta americana Laura Fitch, que participou em mais de 30 projetos de cohousing nos Estados Unidos e Canadá, dá palestra no 1º Fórum de Moradia para a Longevidade, organizado pelo Secovi-SP/Jornal O Estado de São Paulo/Immaginare.

Em 3 de dezembro de 2017, no Auditório da Associação de Docentes da Unicamp, ocorre a Assembleia de Fundação da Associação de Moradores da Cohousing Sênior Vila ConViver, e a aprovação de um Estatuto com uma estrutura jurídica inovadora na questão da propriedade em cohousing.

Em setembro de 2018, o programa Globo Repórter, da TV-Globo, aborda o tema “Solidão” e apresenta cohousing como uma opção de moradia para combater esse problema social a ser divulgado nas emissoras associadas no Brasil e nos canais internacionais da Globo. 

Em outubro de 2018 é apresentado o primeiro TCC para obtenção do grau de Especialista em Gestão Pública na Escola Nacional de Administração Pública de Brasília, abordando cohousing como uma opção de moradia para idosos de baixa renda. 
Levantamento efetuado em dezembro de 2020 sobre trabalhos de conclusão do Curso de Arquitetura e Urbanismo mostra que entre novembro de 2015 e dezembro de 2019 tinham sido apresentados dez TCCs a oito faculdades de seis estados brasileiros. 

Em maio de 2021 havia pelo menos vinte e cinco grupos trabalhando para implantar cohousing no Brasil. Desses, pelo menos três já tinham adquirido o terreno para sua comunidade (dois em área rural e um em área suburbana) e estavam envolvidos na definição do projeto arquitetônico. 

 

Cohousing como uma opção diferenciada de moradia para os tempos atuais tem sido, também, nos últimos anos, tema de reportagens dos principais jornais impressos nacionais e de palestras em eventos focados na terceira idade. No mundo digital, cohousing tem sido objeto de conversas e debates em fóruns e de podcasts sobre novas opções de moradia voltadas aos segmentos multigeracional e sênior. O número de artigos em sites e blogs vem crescendo rapidamente à medida que aumenta o interesse por esse tipo de moradia intencional.